SÍMBOLOS DO SISTEMA SOLAR
Os astrônomos ainda usam símbolos antigos como
abreviaturas dos astros do Sistema Solar. Os do Sol e da
Lua têm origem em signos que representavam ouro e
prata, respectivamente. Um capacete estilizado de asas faz
alusão a Mercúrio, o mensageiro. Os deuses
Vênus e Marte são devidamente figurados pelos
tradicionais símbolos de fêmea, o espelho,
e macho, a flecha. A terra, por uma cruz dentro de um círculo,
de aparente procedência medieval. Júpiter,
por um raio referente ao pai dos deuses entre os romanos,
e Saturno, por uma letra K estilizada, provavelmente, em
razão desse planeta, no passado, se chamar Kronos.
O símbolo de Urano, descoberto em 1781, foi escolhido
arbitrariamente. Um tridente representa Netuno, o senhor
dos mares, e Plutão, hoje, considerado um planeta
anão e que fora descoberto em 1930, é simbolizado
pelas primeiras letras de seu nome.

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TERRA
DESCONHECIDA
Até a Idade Média, a Europa sabia muito pouco
sobre o oriente. Os relatos chegavam através de mercadores
persas, sírios e árabes, e raros eram os europeus
que se aventuravam naquelas terras distantes. Assim, para
os ocidentais, o oriente era uma realidade do ponto de vista
comercial, mas de resto, constituía uma fábula,
quase um conto de fadas. O Livro das Maravilhas,
uma espécie de best-seller da época contendo
as impressões de viagens de Marco Polo, mercador veneziano
que passou vinte anos no oriente no século XIII, foi
por muito tempo o único testemunho de um europeu sobre
a terra desconhecida. Polo afirmava ser o oriente um lugar
de sonhos, onde qualquer coisa podia acontecer, inclusive,
homens de muitas cabeças ou com faces de coiotes.
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A CIDADE SANTA
Jerusalém (Yerusalaym
em hebraico e Al-Quds em árabe) é a
cidade sagrada de três grandes religiões: cristianismo,
judaísmo e islamismo. Os três credos têm
em Jerusalém marcos básicos de sua doutrina
e de sua história.

Entre os principais locais
cristãos, destaca-se a Capela do Santo Sepulcro, localizada
sobre o monte do Gólgota ou do Calvário, local
onde Jesus Cristo foi crucificado. Para os hebreus, Jerusalém
é local de peregrinação há mais
de 3 mil anos, quando o rei Davi converteu a cidade na capital
de seu reino. Atualmente, os judeus consideram o Muro das
Lamentações uma de suas relíquias mais
sagradas, além da última lembrança do
que foi o Segundo Templo. Bem próximo ao Muro das Lamentações
encontra-se o Domo da Rocha, local de peregrinação
do Islã – seu interior abriga a enorme pedra
de onde Maomé subiu aos céus. Para os muçulmanos,
Jerusalém é a terceira cidade santa, depois
de Meca e Medina, ambas na Arábia Saudita.
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ROMA ANTIGA
As superstições
romanas convergiam, em grande parte, para o mundo da natureza.
Os romanos acreditavam em presságios de catástrofes
no grasnar dos corvos e buscavam proteção no
azevinho contra o mau olhado.
A essa procura de augúrios aliava-se a fé na
magia – quase sempre medicinal – de certas plantas
e animais. O pó das pétalas de ciclame, quando
aspirado, prevenia a calvície. A peônia tinha
poderes de cura. A coruja era tida por arauto de desgraças,
enquanto as abelhas, indício de boa sorte e prosperidade.
Da águia, pássaro sagrado das legiões
romanas, dizia-se que trazia consigo o relâmpago e as
tempestades. Para mulheres em trabalho de parto, o som de
sinetas tocando afugentavam o mal e diminuíam as dores.
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