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NA
AMAZÔNIA BRASILEIRA, na área conhecida como “Cabeça
do Cachorro”, existem 6 destacamentos isolados do Exército
que, dia e noite, velam pela soberania do Brasil naquelas terras
distantes e ermas. A “Cabeça do Cachorro” fica
num dos pontos mais setentrionais e inacessíveis do país
(centenas de quilômetros de selva separam esses pelotões
da cidade mais próxima). Não há ninguém
lá, somente Deus e aqueles soldados.
Esses destacamentos integram uma missão especial do Exército
incumbida de guardar os limites do Brasil. Que nome lhes dão?
Pelotões de FRONTEIRA.
FRONTEIRA, no dicionário, significa extremo.
É o lugar onde nosso controle acaba e nos deparamos com o
desconhecido, com o inatingível. Na famosa série de
TV Jornada nas Estrelas, o espaço era a “última
fronteira” - o último lugar a ser alcançado;
nos mapas antigos, as regiões ao sul do deserto do Saara,
na África, o extremo oriente, na Ásia, e o oceano
Atlântico, a oeste, eram, para os exploradores europeus, as
fronteiras do mundo conhecido.
Hoje, o Homem já fincou sua bandeira nos mais longínquos
terrenos. Já foi ao topo do nosso mundo, o Everest, e até
em outro mundo, a Lua. Ainda assim, olhando das cidades, no seu
horizonte existem mais locais selvagens a serem desbravados do que
"pode julgar sua vã filosofia".
Na natureza rondante, sabemos que há muitas regiões
sobre as quais não temos domínio. Em que as condições
do terreno e do clima são contrárias à vida
humana e ficamos frente a frente com o imprevisível. Do norte
ao sul do planeta, da Amazônia à serra dos Órgãos,
esses vastos territórios - reinos governados por
montanhas furiosas e desertos escaldantes - chamamos de a FRONTEIRA.
A Fronteira são os extremos da Terra. Nela, cada homem vale
a medida de sua coragem.

NOS EXTREMOS DA NATUREZA, mais do que em qualquer outro lugar, somos
testados física e mentalmente. Não há conforto
nesses locais - não há camas macias nem TV - e o nosso
prazer consiste em vencer as limitações, transformando
o simples em algo satisfatório. Um miojo, no mato, pode valer
mais do que uma lagosta na cidade (e uma lagosta no mato nem
se fala!).
Nessas regiões, somos verdadeiramente postos à prova.
Convivemos com o perigo, com a abnegação e a tormenta.
Passamos, muitas vezes, por situações em que precisamos
enfrentar todo medo e ir além de nossas forças. Um
escalador que se estica ao máximo para alcançar um
algar; um alpinista numa tempestade violenta na montanha; o paraquedista
em queda livre. Nessas horas, quando obrigados a fazer do impossível
mais um obstáculo a ser superado, conhecemos nossos
limites. É quando passamos a VIVER NA FRONTEIRA, a nossa.
O nome da marca representa não somente um lugar, mas também
um sentimento. NA FRONTEIRA significa vencer os extremos
do planeta e viver no limite do próprio corpo. Nela,
os 2 significados se encontram: quando
se contrapõe à força da Terra o espírito
do Homem, ambos são desafiados - ser humano e natureza.

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Veja a coleção NA FRONTEIRA
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