A MARCA DO SER HUMANO.

SUA ORIGEM E MISSÃO.

 

 

Compreender o que é a NA FRONTEIRA – e o que significa

VIVER NA FRONTEIRA – requer, antes de tudo, entender

o ser humano. É preciso olhar o passado e enxergar

nossa essência. O que nos faz diferentes.

O que nos leva adiante.

 

Há uma passagem no filme “Dança com Lobos” na qual

a personagem do primeiro-tenente John J. Dunbar (vivido

pelo ator Kevin Costner) solicita ao seu superior permissão

para partir sozinho rumo ao posto mais avançado da tropa,

o Forte Sedgewick. O motivo, John procura por si mesmo. Ele quer encontrar-se. Deseja algo verdadeiramente além. E o forte fica

no lugar onde sua maior aventura começa: na fronteira –

uma distante terra onde não há regras; onde não há limites.

Em que a liberdade impera e a natureza reina,

selvagem e perigosa.

 

"Em todos nós, se esconde uma saudade do estado primogênito com o qual podíamos calibrar-nos com a natureza e enfrentá-la, descobrindo a nós mesmos" – o alpinista italiano Reinhold Messner disse isto. Observando a jaula dos leões num zoológico percebe-se no olhar a fera que foi tirada das selvas; nem mesmo anos de cativeiro podem apagar o seu instinto natural.

Durante milênios, os seres humanos aprenderam a sobreviver

sob as mais duras condições, se destacando das outras criaturas

por sua vontade inquebrantável. Vivem, hoje, num mundo

de arranha-céus e celas de concreto. Também estão enjaulados nas cidades, mas, na realidade, são leões famintos.

Leões querendo se colocar novamente diante do lugar

de onde vieram: a selva! Somente lá, exercemos nossas faculdades primitivas de adaptação a qualquer custo e coragem a todo preço. Na fronteira, redescobrimos quem somos! Nela, encontramos nosso destino – como John.

Um texto apócrifo, intitulado "Caverna dos Tesouros", afirma

que DEUS criou a humanidade plasmando os 4 elementos da NATUREZA. Na Sua destra, Ele juntou a terra, o ar, a água e o fogo;

moldou o HOMEM e lhe ordenou que explorasse o planeta.

O mundo sempre foi nosso maior desafio. Queremos sempre ir

mais longe: ao cume mais alto, à caverna mais profunda,

ao continente mais gelado e ao deserto mais escaldante.

Sonhamos com o planeta mais distante.

Em 2002, quando servia no Exército, o jovem cadete

Alan Kronemberg conheceu, através de um livro que por acaso

chegou às suas mãos,  a história dos grandes exploradores.

Homens e mulheres como Shackleton, Hillary, Amelia e o referido Messner. Nessa mesma época, certa noite, ele assistiu

ao filme “Dança com Lobos” e à jornada de John J. Dunbar

ao Forte Sedgewick. Ambos o levaram a percorrer,

nas montanhas da Serra dos Órgãos, a Travessia

Petrópolis-Teresópolis. Aquelas montanhas o levaram

a buscar outras montanhas. A explorar mais

a vida dos renomados desbravadores. 

A ser como os velhos aventureiros.

Alan leu outros livros e, como uma espécie de Supertramp,

deixou a carreira de oficial do Exército para partir rumo

a novos horizontes. Foi assim que a NA FRONTEIRA,

cuja missão tornou-se inspirar homens e mulheres

a desafiarem seus limites; a ousarem ir mais além,

nos esportes, na vida, na natureza selvagem, nasceu.

Mais do que uma grife, mais do que uma empresa,

ela se tornou A MARCA DA CORAGEM;

A MARCA DO SER HUMANO (no sentido mais amplo

que essa afirmação possa ter). E há mais.

 

John Dunbar, no filme, desejava ver a fronteira

antes que ela se fosse. Nosso empenho é que

as pessoas não somente busquem a convivência

com a natureza e se arrisquem nos extremos

de nosso vasto mundo, como também cuidem

para que ela permaneça lá, intacta, sempre selvagem.

Por que sem ela deixaremos de ser quem somos.

Através de T-shirts que resgatam a vida e os feitos dos

grandes exploradores, através de um conceito que não tem

mais fim – como a paixão pela aventura – a NA FRONTEIRA

caminha provocando você a enxergar a fera existente

em seus olhos; conscientizando-o a cuidar do planeta...

e guiando-o a alcançar o propósito para o qual você nasceu.