"QUANTO MAIS A NATUREZA 
O ATRAIA,MAIS ELE ERA ABSORVIDO;
 DOMINADO PELA BESTA PRIMORDIAL E TOMADO 
 POR SEUS INSTINTOS PRIMITIVOS DE SOBREVIVÊNCIA.
 A VIDA PACATA E FÁCIL, CERCADA DE MIMOS,
 DAVA LUGAR A UM CENÁRIO DE INCERTEZAS.
 TODAVIA, AQUELE AMBIENTE LHE ERA 
 CADA VEZ MAIS NATURAL."
 (ANOTAÇÕES SOBRE "BUCK" E SUA JORNADA)
 ERA COMO SE FIZESSE PARTE 
 DE TUDO AQUILO. PARECIA ESTAR RETORNANDO 
 AO SEU VERDADEIRO LAR, SUA ORIGEM.
 FOI QUANDO A VOZ SE TORNOU CLARA.
     O CHAMADO SELVAGEM..." 

O CHAMADO DA FLORESTA

 A COLEÇÃO [ PROJETO ] 
 THE CALL OF THE WILD - O CHAMADO DA FLORESTA 
 OUÇA O VENTO SOPRAR.
 OUÇA O SOM QUE VEM DAS MONTANHAS 
 E DO OCEANO. QUE DESCE DAS NUVENS.
 DO HORIZONTE!
 OUÇA O CHAMADO DA FLORESTA.
 ELA ESTÁ ESPERANDO VOCÊ...
 VIVA NA FRONTEIRA!
 CONHEÇA ABAIXO OS PRIMEIROS MODELOS 
DESENHADOS PELA NA FRONTEIRA PARA 2019 E
AQUELES JÁ LANÇADOS QUE VOLTARÃO À CENA.
QUEREMOS SUA AJUDA PARA FINALIZÁ-LOS, DEFINIR AS CORES
E ESCOLHER OS MELHORES PARA ESTAREM EM NOSSA LOJA
NO PRÓXIMO SEMESTRE. DESCUBRA OS DETALHES
EM CADA UM DELES E SAIBA PORQUE
NOSSAS T-SHIRTS - AS "FRONTIER JACKIES" - TÊM AL-MA!
FAÇA PARTE DESTA JORNADA: ASSINE NOSSA NEWSLETTER
E FIQUE ATENTO AO CHAMADO PARA OS LANÇAMENTOS
DE NOSSA PRIMEIRA SUPER COLEÇÃO!

EXPLORAR DEMANDA SACRIFÍCIO: sonhar, prepara-se, reunir uma tripulação e seguir adiante para ser testado mental e fisicamente pela natureza. Por tudo isso, a exploração constitui uma jornada épica que não valoriza o mais forte, mas sim o mais determinado. Ela implica, simultaneamente, uma obstinação impulsora e um frêmito afetivo. Quanto mais se descobre, mais longe se deseja ir.

         Aqueles espíritos corajosos dotados de total confiança na retidão de sua causa podem fazer coisas extraordinárias enquanto assumem enormes riscos. É o desejo de saber o que existe “lá” que torna a exploração uma obsessão, e os descobridores em mensageiros da verdade, outrora, apenas imaginada.

POEMA "DO NOT GO GENTLE
INTO THAT GOOD NIGHT",
DE DYLAN THOMAS,
RECITADO PELO PRÓPRIO AUTOR.

A NA FRONTEIRA APOIA A ONG SURVIVAL

NA BUSCA E PROTEÇÃO DE POVOS ISOLADOS DA AMAZÔNIA

E DEMAIS FRONTEIRAS DA TERRA.

PROJETO THE CALL OF THE WILD

COLEÇÃO "O CHAMADO DA FLORESTA"

NÓS ESTAMOS MONTANDO DETALHE A DETALHE 
 AS NOVAS T-SHIRTS DA COLEÇÃO 
"O CHAMADO DA FLORESTA".
 VOCÊ PODE NOS AJUDAR 
 SE INSCREVENDO EM NOSSA NEWSLETTER 
 E MANDANDO SUGESTÕES PARA DESENVOLVERMOS 
 CADA MODELO SEGUNDO O QUE ACHA MAIS IMPORTANTE.
 TODA NOSSA PRODUÇÃO É PROVENIENTE DE 
 EMPRESAS LIMPAS E TRABALHAMOS PARA QUE 
 NOSSA LINHA CASUAL SEJA COMPOSTA CADA VEZ MAIS DE 
 MATERIAIS DE ORIGEM RECICLADA OU NATURAL COMO 
 FIBRAS PET, BAMBU E ALGODÃO ORGÂNICO.
 ESTA É UMA FORTE META DA EMPRESA,
 BEM COMO DESTINAR PARTE DE TODAS AS VENDAS 
 PARA AÇÕES E GRUPOS SÓCIO-AMBIENTAIS 
 (CONHEÇA ALGUMAS DESSAS ONGS NO SITE).
 VENHA CONOSCO E PREPARE-SE PARA A JORNADA.
 A GRANDE AVENTURA 
 ESTÁ APENAS COMEÇANDO!

 O espírito da exploração está presente em todas

as t-shirts feitas pela NA FRONTEIRAA vontade

de desafiar os limites faz parte da essência da marca,

assim como, no ser humano, existe uma

paixão transcedental pela busca de suas origens

e de seu destino. Desde os primórdios, quando

os primeiros homens partiram da África,

até os dias atuais (em que olhamos para Marte),

explorar sempre esteve ligado ao nosso ser;

à verdadeira razão de estarmos aqui.

A NA FRONTEIRA prega isso em cada peça

que confecciona e em cada atitude que parte dela.
 

  

AS T-SHIRTS NA FRONTEIRA

 "FRONTIER JACKIES" - ROUPAS COM ALMA 
 "FACTUS UT PLUS ULTRA EATUR."

O LANHO  DO LEÃO

"ESTÁ EM NÓS!"

HÁ UMA RAÇA de cães conhecida como "Leão da Rodésia" cujo dorso possui uma característica incomum: esses animais apresentam uma faixa que vai do omoplata à garupa onde o pêlo cresce eriçado, no sentido contrário ao do restante do corpo. Ela é chamada, em inglês,

de Ridgebackcrista nas costas. Por causa dessa marca, tais cães

parecem estar sempre de prontidão; sempre prontos a lutar.

 

Oriunda do Zimbábue (antiga Rodésia), essa raça, historicamente, constitui o cachorro utilizado pelos fazendeiros do interior da África para caçarem leões que ameaçam seus rebanhos. O Ridgeback tem

as cores da savana africana – a mesma dos leões – e, em matilhas, enfrentam tais animais 5 vezes maior do que eles e bem mais fortes. Existe uma lenda entre os nativos africanos que explica a origem de tanta coragem; e ela tem a ver com a marca nas costas do Ridgeback.

Diz-se que, em tempos muito remotos, uma aldeia do povo Hottentot começou a ser atacada por um terrível leão. Os aldeões tentaram de todos os meios capturar a fera, porém nada adiantou. O leão

se tornou cada vez mais frequente e voraz e, dia após dia,

foi causando mais mortes à tribo desse povo.

 

Apavorados, os habitantes passaram a temer se distanciarem da aldeia.  Sabiam que a imensa fera os espreitava na savana e não iam mais caçar nem pescar. Os alimentos tornaram-se escassos.

A situação ficou insuportável. Sem outro caminho, começaram

a comer os próprios cães da tribo.

Uma cadela prenhe, receosa do destino que levaria sua prole, apesar da ameaça do leão, se afastou da aldeia. Na selva, encontrou uma caverna onde teve seus filhotes. Dias depois, ao regressar para a tribo, teve um dos seus pequeninos agarrado e lançado à fome dos aldeões. Vendo então que, se permanecesse ali, acabaria devorada junto com seus filhotes, tomou a única decisão que lhe restava: enfrentar o leão.

        

O cão, junto aos seus filhotes, encontrou o leão descansando

à sombra de uma acácia. Aproveitando a surpresa,

investiu contra a fera. Teve início a batalha!

        

Intrigados com os latidos e rugidos, os aldeões, apressados,

decidiram saber o que acontecia. Ficaram assombrados ao verem,

ao redor da árvore, vários filhotes estripados no chão enquanto, à volta do leão, os poucos que ainda tinham algum fôlego de vida, arquejantes e cobertos de sangue, encurralavam a fera para ela não escapar de sua mãe. A cadela atracava-se com o leão, mordendo-lhe com toda força o pescoço. Foi aí que a fera desferiu um golpe brutal, dilacerando com suas

afiadas garras todo o dorso do cachorro.

         Com uma lança certeira, os nativos tombaram o leão. Comovidos pela atitude da cadela, levaram o nobre animal bastante ferido e os filhotes sobreviventes para o feiticeiro da aldeia. Com o cachorro nos braços,

o xamã rogou aos céus para que ele não só fosse curado, mas que o lanho do leão em seu dorso fosse transmitido a todos os descendentes como prova de sua enorme bravura – a valentia de um cão-leão!

        

Nós, seres humanos, também possuímos essa marca.

Nascemos para explorar. Fomos forjados para conquistar.

Todas as roupas da NA FRONTEIRA trazem algo simbolizando

o "Lanho do Leão". Isto serve para nos lembrar

quem nós verdadeiramente somos:

humanos; selvagens; valentes ao máximo!

  

A BANDEIRA NA FRONTEIRA

THE "FRONTIER JACK"

A BANDEIRA DA NA FRONTEIRA – chamada Frontier Jack – possui

duas faces: a principal, predominantemente verde, e a outra, formada por três listras horizontais (ambas possuem um triângulo na tralha).

O seu anverso representa a Amazônia brasileira. O triângulo

apontando na direção do batente faz referência aos exploradores que desbravaram os ignotos sertões do interior da América e delimitaram nossa nação. O triângulo, azul-escuro, possui o Homem da Fronteira, símbolo da marca, envolto pelas estrelas vermelhas do Cruzeiro do Sul. Esta constelação está posta semelhante à configuração existente

na bandeira da Nova Zelândia, uma homenagem ao montanhista Edmund Hillary, neozelandês e primeiro homem a escalar

o Monte Everest, o maior cimo da Terra. O vermelho significa

coragem, o azul, determinação e o verde, sacrifício e esperança.

 

O reverso, tricolor em 3 faixas horizontais ouro, branco e azul celeste,

é inspirado num épico da história da exploração: a jornada de

Sir Ernest Shackleton rumo à Antártica (esse lado é chamado por nós de “a proa de Shackleton”). Ele representa a visão da tripulação do James Caird (o pequeno bote usado para transpor o oceano Austral)

ao alcançar a ilha Geórgia do Sul – o azul é o mar, o branco,

a terra nevada e o ouro, o céu. Cada cor também possui um

significado particular: este azul simboliza força e honra; o branco,

ousadia e fé e o ouro, a vitória. No triângulo negro dessa face (o preto representa o desconhecido), há uma estrela de 21 pontas que simboliza a Estrela Polar, guia dos exploradores no hemisfério norte – como o é o Cruzeiro do Sul na parte meridional do planeta – e que também lembra o Sol Macedônio, símbolo de Alexandre, o Grande, tido o imperador explorador que sonhava unir os povos do mundo e alcançar o extremo do planeta.

Tanto as estrelas do Cruzeiro somadas quanto a Estrela Polar

possuem um total de 21 pontas (em cada face). Elas representam

os 7 mares (a se considerar aí os 7 mares da antiguidade – o Adriático, o Arábico, Cáspio, Mediterrâneo, Negro, Vermelho e Pérsico –,

bem como os oceanos pós descobertos: Atlântico Norte e Sul,

Pacífico Norte e Sul, Índico, Ártico e Antártico), os 6 continentes: Europa, Ásia, África, América, Oceania e Antártica; os chamados

4 ventos, segundo a mitologia grega: Bóreas, o vento frio do norte, Zéfiro, a suave brisa do oeste, Eurus, o sopro oriental que traz as tempestades, e o quente e úmido Notus, proveniente do sul; 

os 3 pólos: o Norte, o Sul e o Monte Everest, considerado como o

3º Pólo, e a última seta simboliza todas as descobertas ainda por vir, representando territórios desconhecidos como as profundezas dos oceanos, o mundo subterrâneo, os continentes perdidos

e o espaço sideral – além do lema latino, a NA FRONTEIRA

possui um segundo mote que completa o primeiro:

"Em terra, no ar e por todo o mar."

 

Há ainda, no anverso da bandeira, as palavras Rage, Rage, em inglês,

escritas em vermelho. Elas são uma referência ao poema do poeta galês Dylan Thomas Do not go gentle into that good night

(“Não entres nessa noite acolhedora com doçura”). Seu trecho mais famoso escreve: Rage, rage against the dying of the light – “Raiva, raiva contra a luz cujo esplendor já não fulgura.” (tradução de Alan Kronemberg). Dylan o escreveu para seu pai que estava no leito de morte, mas a obra é muito mais profunda e enigmática, sendo uma ordem a cada um para viver ousadamente e jamais, sob

hipótese nenhuma, desistir de lutar por seus sonhos.  

A INSÍGNIA TEB-DEA

LEMBRAI-VOS DE SUA CORAGEM

EM HONRA a todos os valentes exploradores e aventureiros

que, um dia, tombaram ou desapareceram nas fronteiras da Terra.

Em memória aos que lutaram e caíram buscando vencer o impossível e transpassar as intempéries da natureza. Em agradecimento pelo

legado deixado por esses heróis, feitos muitos que nos permitiram

ir mais longe, NA FRONTEIRA marca todas as suas peças

com algum símbolo ou costura que representa a insígnia TEB-DEA:

"Tombados Em Bravura, Desaparecidos Em Ação".

É nossa homenagem à extrema coragem desses

homens e mulheres que jamais devem ser esquecidos.

 

         Enquanto vozes estranhas apregoarem

um nome desconhecido no horizonte

e o vento soprar dizendo que há mais

para se descobrir, continuaremos nossa missão.

A chama que inspirou grandes homens e mulheres

a irem aonde, antes, nenhum outro ser humano

havia pisado permanece acesa. O chamado continua a ecoar!

A NA FRONTEIRA sabe disso e estampa em suas peças

que “navegar é preciso”. Empreender a aventura fantástica

a fim de continuar o concerto bíblico

de alcançar todos os extremos

deste incomensurável cosmos que nos cerca.

Vista-se NA FRONTEIRA e viva NA FRONTEIRA! 

  

 INSPIRADA 

 NOS AVENTUREIROS

 

PARA INSPIRAR

OS AVENTUREIROS

 INSPIRADA 

 NOS AVENTUREIROS

 

PARA INSPIRAR

OS AVENTUREIROS

 
Conheça a história do "Homem da Fronteira",
o aventureiro sem nome e sem medo 
símbolo da marca.
FACTUS  UT  PLUS  ULTRA  EATUR
FEITA  PARA  SE  IR  MAIS  ALÉM
NA FRONTEIRA BLOG
EXPLORE SEM LIMITES OS TERRITÓRIOS E AVENTURAS MAIS SELVAGENS E EMOCIONANTES DO PLANETA. 
O BLOG NA FRONTEIRA TRAZ UMA SELEÇÃO
DO MELHOR CONTEÚDO PARA VOCÊ DESBRAVAR,
CURTIR E SE INSPIRAR!
NA FRONTEIRA BRASIL COMÉRCIO DE ROUPAS E EQUIPAMENTOS LTDA  CNPJ 11.690.010/0001-12  RUA ARISTIDES CAIRE, 329, LOJA A, CACHAMBI, RIO DE JANEIRO, RJ, CEP  20775-090  viva@nafronteira.com  TEL: 21 3226-6426
2018 NA FRONTEIRA. Todos os direitos reservados.
"NÃO ENTRES NESSA NOITE ACOLHEDORA COM DOÇURA.
A VELHICE DEVE ARDER E DELIRAR AO FIM DO DIA.
 RAIVA, RAIVA CONTRA A LUZ CUJO ESPLENDOR JÁ NÃO FULGURA."
 
DYLAN THOMAS
"VÁ ATÉ AO FIM"   BUKOWSKI
  • Facebook Basic Black
  • Black Instagram Icon
  • Black YouTube Icon
  • Black Vimeo Icon
  • Black Pinterest Icon
  • Black Twitter Icon